O conceito de silêncio é parece simples mas uma simples condicionante como um rolhão de cera ou a maldita hipoacúsia da velhice podem deturpar completamente a sua definição.
Numa biblioteca, se tivermos de pensar numa cena característica, é comum lembrar a típica bibliotecária de cabelo muito bem apanhado numa banana, saia travada, óculos na ponta do nariz e feitio nojento, que emite aquele shhhhhhhhhhhh a casa espirro que os demais presentes mandam!
O pior é quando as benditas bibliotecas começam a ser invadidas por reformados desocupados que decidem lá passar as tardes a ler jornais desportivos...ora como a maioria já n ouve sequer um comboio a 10 metros, quanto mais a bibliotecária a fazer o seu shhhh de cada vez que decidem demorar meia hora a atender o telemovel com aquele toque monofonico estupido duma opera qualquer, ou quando decidem desentupir as fossas nasais com tanta força que temo até que rebentem algum aneurisma, ou quando se põem a mandar as bengalas ao chão e a chamar o amigo que está noutra mesa mais ao fundo e que é ainda mais surdo!!!
Não há de facto pachorra...com tanto café airoso e banco de jardim confortável, meteu-se-lhes na cabeça armarem-se em cultos depois dos 70 anos...e a mim ninguem me engana, a maioria anda é lá no engate das outras velhotas que lá vão tirar receitas dos livros!!!
Ganhem juízo meus senhores...o que será dessa geração...
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Isto de falar para o vazio tem uma pitadinha de excitante na medida que não tenho que me preocupar com erros ortograficos nem concordancia de sujeito ou mesmo corrência de frases! Por outro lado é um bocado parvo escrever coisas que nuca ninguém lerá...enfim, não se pode ter tudo! Mas não era nada disto que vinha cá dizer hoje. Não era mesmo nada disto.
Há uma coisa que me faz espécie (adoro este expressão, fazer espécie não é para todos, é só para aqueles que abreviam as teorias darwinanas): porque é que toda a gente detesta sentar-se numa cadeira que ainda conserva o assento aquecido pelo último ocupante? Porque é que nos dá essa sensação de repulsa por sentir quando alapamos o traseiro e nos vem assim aquele morninho pela espinha acima, como se tivessemos sentados no colo da própria pessoa?!
É ridículo que ao vermos um gajo gordo, todo vermelhão, testa suada, desdentado e a tirar macacos do nariz não queiramos ocupar o lugar que ele desocupou há dois minutos mas até se comprrende. Agora a verdade é que achamos igualmente nojento se quem ocupava o lugar fosse uma babe tipo daqueles que a única hipótese de lhes pormos o dedo é ao filhear as revistas!!! É ou nao é veradde?!
(pergunta retórica...ou melhor, pergunta que já sei não ter feed-back)
Há uma coisa que me faz espécie (adoro este expressão, fazer espécie não é para todos, é só para aqueles que abreviam as teorias darwinanas): porque é que toda a gente detesta sentar-se numa cadeira que ainda conserva o assento aquecido pelo último ocupante? Porque é que nos dá essa sensação de repulsa por sentir quando alapamos o traseiro e nos vem assim aquele morninho pela espinha acima, como se tivessemos sentados no colo da própria pessoa?!
É ridículo que ao vermos um gajo gordo, todo vermelhão, testa suada, desdentado e a tirar macacos do nariz não queiramos ocupar o lugar que ele desocupou há dois minutos mas até se comprrende. Agora a verdade é que achamos igualmente nojento se quem ocupava o lugar fosse uma babe tipo daqueles que a única hipótese de lhes pormos o dedo é ao filhear as revistas!!! É ou nao é veradde?!
(pergunta retórica...ou melhor, pergunta que já sei não ter feed-back)
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