sexta-feira, 24 de abril de 2009

Administrativas

Ódio...profundo...corrosivo, é o que eu sinto por todas as pessoas que trabalham atrás de um balcão público. Não sei bem porque mas qualquer pessoa que inicia actividade laboral num guichet tem a mania de se armar ao cagalhão! Talvez se essas mesmas pesoas tivessem enveredado por outras profissões, seriam simpaticíssimas talvez até ao pont de meter nojo mas, ao ultrapassarem auele maldito balcão e meterem-se atrás daqueles vidros que nos obrigam a falar por um buraquinho pequeno tornam-se uns animais. Outra coisa que não se percebe é porque é que esses tais vidros que separam o ambiente delas do nosso (muito provavelmente para a mal diposteza delas não contamine o mundo) tem aqueles buracos tão pequenos! As mal dispostonas já falam baixo (como se não merecessemos sequer as explicações que dão) e entre os dentes e os gajos que arquitectam o habitat delas ainda fazem uns buracos minúsculos que não deixam passar sequer o sray pimenta que tanto sonho em mandar-lhes aos olhos quanto mais o som da voz delas!!! Ora uma pessoa leva com os maus modos e mesmo assim vem de lá ainda menos esclarecido que aquilo que estava!
Outra coisa que não percebo é porque é que são quase sempre mulheres a ocupar esses postos e porque é que só respondem curto e grosso: "Sim", "Não", "Tem de esperar", "Paciência".
Minhas senhoras qualquer dia sujeitam-se a levar um sopato também curto e grosso, por isso é melhor repensar as atitudes antes que para além de falarem baixinho comecem também a falar sem dentes!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Fico louca

No meio de tanta coisinha que eu tenho para fazer ainda me vêm chatear com paneleirices tipo baile de finalistas e coisas que tais...é que ainda se uma pessoa pudesse ir vestida como quisesse...quer dizer poder até pode, corre é o risco de ser lembrada para todo o sempre pela chantrona que envergava uma vestimenta pindérica e um penteado à campónia!
Ora, por esta e por outras, ando eu a galgar as ruas de todo o lado à procura da gaita duns sapatos que digam mais ou menos com o vestido e duma carteira que não fuja à regra e duma echarpe xpto e coisas que tal para as quais não tenho vocação nem paciência!
Para que é que eu me meto nestas coisas?

domingo, 14 de dezembro de 2008

Pessoas parvas

Descobri uma nova forma de identificar pessoas parvas para além das já batidas formas de o fazer, como por exemplo: o parvo que cisma em carregar o andante metendo o mesmo no sitio do cartão de crédito, fazendo com que a fila cresça atrás de si! ou o parvo que que ocupa dois lugares de estacionamento com um cagada dum carro! ou o parvo que nos espeta uma vareta do guarda chuva na cabeça e nem pede desculpa!
Bem, a nova maneira que descobri de sinalizar parvos baseia-se na forma como as pessoas emregam o riso e quando digo isto nãp me refiro aos timbres mais ou menos estridentes ou soluços que cada um de nós incorpora nas suas gargalhadas! Aquilo a que me refiro vai um pouco mais além e refere-se às situações em que as pessoas se riem e naquilo que as motiva para tal! um bocado confusos?! Ora, exemplifico então: uma pessoa pode considerar-se parva quando se ri desalmadamente de algo dito por um orador enquanto na restante plateia a única coisa que apetece soltar, ao invés de uma gargalhada, é um longo e profundo bocejo! Uma pessoa pode considerar-se igualmente parva quando se ri para cortejar outra, ou seja, para mostrar simpatia não é preciso simular uma ataque de cocegas, basta abrir ligeiramente os lábios e cerrar os olhos!
Digam lá que nunca se sentiram assim parvos...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

quando for grande

Eu pensava que quando fosse grande queria ser medica mas na verdade, agora que estou mesmo pa acabar o curso, mudei de opinião: o que eu qiero mesmo é ser professora!!!
Não, não quero ser desses professores que realemnete ensinam e têm de aturar putos malcriados! O que eu quero mesmo é ser senhora Professora Doutora da faculdade pa poder meter uns 4 mil euritos por mês ao bolso e depois despachar os meus alunos pa quem tenha alguma vocação, vontade e disponibilidade para os aturar!
Ora esta brilhante conclusão tirei-a depois de ter dado socos na minha própria cabeça para tirar o couraço da cama, ter enfrentado as intemperies matinais e aqueles homenzinhos que nos espetam aqueles diários gratuitos pelos olhos dentro para chegar a uma bendita aula e a pessoa responsável por me apajar me dizer "oiça, a mim ninguém me paga para eu lhe ensinar nada por isso eu não sou obrigada a recebe-la aqui!"!!!
Ahhh então está muito bem, ora essa, não se apoquente...
Quer dizer, oh senhor Professor, se não me quer ensinar, ao menos arranjava-me um subordinado mais imbecil que não conseguisse perceber que o senhor é que mete ao bolso o guito enquanto quem tem de trabalhar é ele!!!
A bem pensar, o melhor seria que cada aluno preserva-se consigo os 940 euros de propinas anuais e fosse pagando as aulas à medida que as tinha: até parece que já tou a ver o senhores Professores com o bloquinho de recibos! Tão fofos...finalmente um trabalho que não se importavam de ter!!!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Bibliotecas

O conceito de silêncio é parece simples mas uma simples condicionante como um rolhão de cera ou a maldita hipoacúsia da velhice podem deturpar completamente a sua definição.
Numa biblioteca, se tivermos de pensar numa cena característica, é comum lembrar a típica bibliotecária de cabelo muito bem apanhado numa banana, saia travada, óculos na ponta do nariz e feitio nojento, que emite aquele shhhhhhhhhhhh a casa espirro que os demais presentes mandam!
O pior é quando as benditas bibliotecas começam a ser invadidas por reformados desocupados que decidem lá passar as tardes a ler jornais desportivos...ora como a maioria já n ouve sequer um comboio a 10 metros, quanto mais a bibliotecária a fazer o seu shhhh de cada vez que decidem demorar meia hora a atender o telemovel com aquele toque monofonico estupido duma opera qualquer, ou quando decidem desentupir as fossas nasais com tanta força que temo até que rebentem algum aneurisma, ou quando se põem a mandar as bengalas ao chão e a chamar o amigo que está noutra mesa mais ao fundo e que é ainda mais surdo!!!
Não há de facto pachorra...com tanto café airoso e banco de jardim confortável, meteu-se-lhes na cabeça armarem-se em cultos depois dos 70 anos...e a mim ninguem me engana, a maioria anda é lá no engate das outras velhotas que lá vão tirar receitas dos livros!!!
Ganhem juízo meus senhores...o que será dessa geração...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Isto de falar para o vazio tem uma pitadinha de excitante na medida que não tenho que me preocupar com erros ortograficos nem concordancia de sujeito ou mesmo corrência de frases! Por outro lado é um bocado parvo escrever coisas que nuca ninguém lerá...enfim, não se pode ter tudo! Mas não era nada disto que vinha cá dizer hoje. Não era mesmo nada disto.
Há uma coisa que me faz espécie (adoro este expressão, fazer espécie não é para todos, é só para aqueles que abreviam as teorias darwinanas): porque é que toda a gente detesta sentar-se numa cadeira que ainda conserva o assento aquecido pelo último ocupante? Porque é que nos dá essa sensação de repulsa por sentir quando alapamos o traseiro e nos vem assim aquele morninho pela espinha acima, como se tivessemos sentados no colo da própria pessoa?!
É ridículo que ao vermos um gajo gordo, todo vermelhão, testa suada, desdentado e a tirar macacos do nariz não queiramos ocupar o lugar que ele desocupou há dois minutos mas até se comprrende. Agora a verdade é que achamos igualmente nojento se quem ocupava o lugar fosse uma babe tipo daqueles que a única hipótese de lhes pormos o dedo é ao filhear as revistas!!! É ou nao é veradde?!
(pergunta retórica...ou melhor, pergunta que já sei não ter feed-back)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Cabelos

Não sei muito bem porque mas a verdade é que desde sempre me chamaram mais a atenção os rapazes que tinham a cabeça rapada...mesmo quando os Nirvana estavam ao rubro, aquele cabelo comprido do Kurt nao me dizia grande coisa!
Sempre achei mais piada a passar a mão no sentido contrário ao do crescimento do cabelo e sentir aquele travar da pele do que entrelaçar os dedos nos fios longos e maltratados. Sim porque a maioria dos homens pensa que para ter cabelo comprido basta não ir ao corte mas a ciência, meus amigos, é bastante mais complexa: há todo um tratamento de escovagem, máscaras e condicionadores a que o sexo masculino se mantém um pouco alheio!
Ainda m lembro que lá na escola, sempre que aparecia u com o corte à escovinha, os meus olhos se erregalavam e lá conseguia vislumbrar uma beleza que poderia ter-me passada despercebida entre um emaranhado de cabelos. Mesmo os rapazes mais feios adquiriam subitamente um ar mais homem, mais respeitoso, enigmático...
Agora que penso nisso, deve ser também por causa da cabeça rapada que os militares me chamam tanto a atenção!