domingo, 14 de dezembro de 2008

Pessoas parvas

Descobri uma nova forma de identificar pessoas parvas para além das já batidas formas de o fazer, como por exemplo: o parvo que cisma em carregar o andante metendo o mesmo no sitio do cartão de crédito, fazendo com que a fila cresça atrás de si! ou o parvo que que ocupa dois lugares de estacionamento com um cagada dum carro! ou o parvo que nos espeta uma vareta do guarda chuva na cabeça e nem pede desculpa!
Bem, a nova maneira que descobri de sinalizar parvos baseia-se na forma como as pessoas emregam o riso e quando digo isto nãp me refiro aos timbres mais ou menos estridentes ou soluços que cada um de nós incorpora nas suas gargalhadas! Aquilo a que me refiro vai um pouco mais além e refere-se às situações em que as pessoas se riem e naquilo que as motiva para tal! um bocado confusos?! Ora, exemplifico então: uma pessoa pode considerar-se parva quando se ri desalmadamente de algo dito por um orador enquanto na restante plateia a única coisa que apetece soltar, ao invés de uma gargalhada, é um longo e profundo bocejo! Uma pessoa pode considerar-se igualmente parva quando se ri para cortejar outra, ou seja, para mostrar simpatia não é preciso simular uma ataque de cocegas, basta abrir ligeiramente os lábios e cerrar os olhos!
Digam lá que nunca se sentiram assim parvos...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

quando for grande

Eu pensava que quando fosse grande queria ser medica mas na verdade, agora que estou mesmo pa acabar o curso, mudei de opinião: o que eu qiero mesmo é ser professora!!!
Não, não quero ser desses professores que realemnete ensinam e têm de aturar putos malcriados! O que eu quero mesmo é ser senhora Professora Doutora da faculdade pa poder meter uns 4 mil euritos por mês ao bolso e depois despachar os meus alunos pa quem tenha alguma vocação, vontade e disponibilidade para os aturar!
Ora esta brilhante conclusão tirei-a depois de ter dado socos na minha própria cabeça para tirar o couraço da cama, ter enfrentado as intemperies matinais e aqueles homenzinhos que nos espetam aqueles diários gratuitos pelos olhos dentro para chegar a uma bendita aula e a pessoa responsável por me apajar me dizer "oiça, a mim ninguém me paga para eu lhe ensinar nada por isso eu não sou obrigada a recebe-la aqui!"!!!
Ahhh então está muito bem, ora essa, não se apoquente...
Quer dizer, oh senhor Professor, se não me quer ensinar, ao menos arranjava-me um subordinado mais imbecil que não conseguisse perceber que o senhor é que mete ao bolso o guito enquanto quem tem de trabalhar é ele!!!
A bem pensar, o melhor seria que cada aluno preserva-se consigo os 940 euros de propinas anuais e fosse pagando as aulas à medida que as tinha: até parece que já tou a ver o senhores Professores com o bloquinho de recibos! Tão fofos...finalmente um trabalho que não se importavam de ter!!!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Bibliotecas

O conceito de silêncio é parece simples mas uma simples condicionante como um rolhão de cera ou a maldita hipoacúsia da velhice podem deturpar completamente a sua definição.
Numa biblioteca, se tivermos de pensar numa cena característica, é comum lembrar a típica bibliotecária de cabelo muito bem apanhado numa banana, saia travada, óculos na ponta do nariz e feitio nojento, que emite aquele shhhhhhhhhhhh a casa espirro que os demais presentes mandam!
O pior é quando as benditas bibliotecas começam a ser invadidas por reformados desocupados que decidem lá passar as tardes a ler jornais desportivos...ora como a maioria já n ouve sequer um comboio a 10 metros, quanto mais a bibliotecária a fazer o seu shhhh de cada vez que decidem demorar meia hora a atender o telemovel com aquele toque monofonico estupido duma opera qualquer, ou quando decidem desentupir as fossas nasais com tanta força que temo até que rebentem algum aneurisma, ou quando se põem a mandar as bengalas ao chão e a chamar o amigo que está noutra mesa mais ao fundo e que é ainda mais surdo!!!
Não há de facto pachorra...com tanto café airoso e banco de jardim confortável, meteu-se-lhes na cabeça armarem-se em cultos depois dos 70 anos...e a mim ninguem me engana, a maioria anda é lá no engate das outras velhotas que lá vão tirar receitas dos livros!!!
Ganhem juízo meus senhores...o que será dessa geração...

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Isto de falar para o vazio tem uma pitadinha de excitante na medida que não tenho que me preocupar com erros ortograficos nem concordancia de sujeito ou mesmo corrência de frases! Por outro lado é um bocado parvo escrever coisas que nuca ninguém lerá...enfim, não se pode ter tudo! Mas não era nada disto que vinha cá dizer hoje. Não era mesmo nada disto.
Há uma coisa que me faz espécie (adoro este expressão, fazer espécie não é para todos, é só para aqueles que abreviam as teorias darwinanas): porque é que toda a gente detesta sentar-se numa cadeira que ainda conserva o assento aquecido pelo último ocupante? Porque é que nos dá essa sensação de repulsa por sentir quando alapamos o traseiro e nos vem assim aquele morninho pela espinha acima, como se tivessemos sentados no colo da própria pessoa?!
É ridículo que ao vermos um gajo gordo, todo vermelhão, testa suada, desdentado e a tirar macacos do nariz não queiramos ocupar o lugar que ele desocupou há dois minutos mas até se comprrende. Agora a verdade é que achamos igualmente nojento se quem ocupava o lugar fosse uma babe tipo daqueles que a única hipótese de lhes pormos o dedo é ao filhear as revistas!!! É ou nao é veradde?!
(pergunta retórica...ou melhor, pergunta que já sei não ter feed-back)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Cabelos

Não sei muito bem porque mas a verdade é que desde sempre me chamaram mais a atenção os rapazes que tinham a cabeça rapada...mesmo quando os Nirvana estavam ao rubro, aquele cabelo comprido do Kurt nao me dizia grande coisa!
Sempre achei mais piada a passar a mão no sentido contrário ao do crescimento do cabelo e sentir aquele travar da pele do que entrelaçar os dedos nos fios longos e maltratados. Sim porque a maioria dos homens pensa que para ter cabelo comprido basta não ir ao corte mas a ciência, meus amigos, é bastante mais complexa: há todo um tratamento de escovagem, máscaras e condicionadores a que o sexo masculino se mantém um pouco alheio!
Ainda m lembro que lá na escola, sempre que aparecia u com o corte à escovinha, os meus olhos se erregalavam e lá conseguia vislumbrar uma beleza que poderia ter-me passada despercebida entre um emaranhado de cabelos. Mesmo os rapazes mais feios adquiriam subitamente um ar mais homem, mais respeitoso, enigmático...
Agora que penso nisso, deve ser também por causa da cabeça rapada que os militares me chamam tanto a atenção!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Carteiras

Só para começar com uma coisa que me anda entalada na garganta (e que simultaneamente me recorda uma nódoa negra que tenho aqui nas costelas) vou partilhar aqui uma das situações que mais me enerva quando saio à noite!
Tão a ver aquelas moças que saem à noite todas apinocadas?! imaginem o tipo de carteita que elas levam ao ombro...ok, se não imaginaram o que vou descrever a seguir entao não têm lá grande imaginação ou capacidade de oservação! Bem a tal carteira de que falo é aquele género tipo envelope, com uma alça bem curtinha que encafufa a maldita debaixo da sovacola e que as apinocadas cismam em atracar contra as mamas e usar como repelente, ou seja: está uma pessoa a dançar descansada e às tantas começa a levar umas traulitadas nas costelas com o mesmo ritmo com que as ditas moças balançam o costado dum lado po outra! Elas a mim não me enganam, eu bem sei que elas fazem aquilo de prpósito a ver se as pessoas se chegam po lado para que so elas dominem o espaço e possam gingar as ancas à vontade!
Pois a mim isto tira me do sério e apesar das dores que me inflige, eu cerro os dentes e não bato pé...sim que não me venham dizer que uma carteira onde tudo só cabe atravessado serve pa outra coisa senao pa isto!